Amazonas: período de pousio da soja está em vigor
Rafael Moreira, pesquisador da Embrapa Soja, expõe a importância do intervalo de vacância sanitária para o combate ao fungo causador da ferrugem asiática.
“A ferrugem é atribuível a um fungo que quer que a planta viva de soja sobreviva. Então, se você não tem a planta dentro do ambiente, dentro do assunto, dentro do assunto, os esporos do fungo da ferrugem sobrevivem por no máximo cinquenta dias. Então, se ele não descobrir as plantações, ele cairá e morrerá. E vai diminuir os habitantes do fungo”, explica.
O fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, doença que pode desencadear até 75% das perdas de safras e tem capacidade excessiva de cópia e disseminação.
Atendendo à Portaria nº 781/2023 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a interdição vai de 15 de junho a 15 de setembro. Os intervalos de Vazio Sanitário são estabelecidos anualmente pelo Mapa e devem ser adotados pelos estados produtores, ao longo a nação.
Os municípios de Humaitá, Lábrea e Canutama estão entre os muitos produtores de soja essenciais no estado do Amazonas. O estado não tem casos registrados da praga.
A violação do intervalo de pousio da soja pode acarretar em penalidades como interdição da propriedade, multas, destruição da lavoura e até mesmo crime de responsabilidade legal do proprietário, com base no artigo nº 259 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de prisão de 2 a 5 anos, e de alta qualidade para muitos que desenvolvem doenças ou pestes que causarão danos à floresta, plantação ou animais de utilidade financeira. No caso de culpa, a pena é de reclusão de 1 a 6 meses, ou pena alta.
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Com informações de Brasil 61